A TENDÊNCIA DE CONECTARMOS TUDO À INTERNET – TALVEZ ATÉ A NOSSA CAMA

 A TENDÊNCIA DE CONECTARMOS TUDO À INTERNET – TALVEZ ATÉ A NOSSA CAMA
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A grande invenção do universo é aquela que permeia o caminho para outras grandes invenções. Talvez a roda não tenha sido grande coisa por si só, mas não é todo dia que revolucionamos a locomoção, a logística e a urbanização. Não é todo dia que abrimos um novo universo de possibilidades. 

Para muitas pessoas, a internet foi a grande invenção tecnológica da humanidade, não mais a roda. Foi por meio dela que pudemos trocar informações em escala mundial e em tempo real, o que abriu um leque imenso de possibilidades; além de termos acesso a quantidades inimagináveis de informação, com 1,8 bilhão de sites atualmente online no mundo, indicado pela Internet Live Stats; e, por fim, pudemos revolucionar a forma como trabalhamos, nos relacionamos e até mesmo nos divertimos.

A INVENÇÃO DA INTERNET FOI, POR ASSIM DIZER, COMO INVENTAR A RODA UMA SEGUNDA VEZ

Desde a sua criação, cada vez menos podemos imaginar um universo sem ela. Afinal, como acompanhar a vida de amigos e colegas sem as redes sociais? Como trabalhar sem ferramentas digitais? Como ouvir música ou ver filmes e séries sem o streaming? As tarefas, antes cotidianas, parecem muito mais complexas.

E a tendência é que cada vez mais a internet faça parte das nossas vidas: o IBGE registrou um aumento de 4,2 p.p. nos lares brasileiros com acesso à rede entre 2017 e 2018, tendo crescido de 74,9% para 79,1%.

O PRIMEIRO PASSO É NOS CONECTARMOS À REDE. O SEGUNDO PASSO É CONECTARMOS TODO O RESTANTE.

Ao que tudo indica, teremos cada vez mais acesso à internet – e mais Internet das Coisas (IoT). Nos últimos anos, dispositivos que não foram originalmente pensados para serem inteligentes foram reinventados, tais como celulares, geladeiras, relógios e televisões.

Agora eles oferecem mais funcionalidades, mais integração com outros objetos e até mesmo mais personalização, que está entre as principais tendências da década. O que, em outras palavras, significa que estamos adaptando o mundo à nossa volta para, cada vez mais, satisfazer os nossos desejos e fazer as nossas vontades.

PARA OS PRÓXIMOS ANOS, CONECTAREMOS OS OBJETOS NÃO-TECNOLÓGICOS À INTERNET TAMBÉM

Não é difícil de imaginar um futuro em que tudo em nossas casas esteja conectado à rede de alguma forma – é o que chamamos de smart houses, ou Domótica.

Objetos tecnológicos ganharam novas funcionalidades, e, agora, seria a vez dos objetos não-tecnológicos. Afinal, tudo pode ser melhorado.

MAS NÃO PRECISA ESPERAR TANTO, POIS MUITAS DESSAS INOVAÇÕES JÁ EXISTEM

Um ótimo exemplo é a Smartduvet, empresa que produz cobertores com um toque de inteligência.

Em 2016, a empresa lançou um edredom que se arruma sozinho através de um aplicativo, o que já é impressionante por si só. Mas, no ano seguinte, a empresa lançou um cobertor que não apenas se arruma sozinho, como também controla a temperatura da cama por aplicativo.

Então, além de poder decidir a temperatura da cama antes de se deitar, agora seria possível ativar um modo automático para alterar as temperaturas ao longo da noite. Aos interessados, a inovação se chama Smartduvet Breeze e já está à venda no site da empresa.

Se, no futuro, esse cobertor inteligente fosse conectado à nossa atividade cerebral, seria possível também ajustar sua temperatura conforme o nosso estado de sono, por exemplo.

As possibilidades são infinitas.

Esse é o futuro da Internet das Coisas.


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