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EXPLORANDO NOVAS FRONTEIRAS NO TRATAMENTO DO PARKINSON COM INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

Nos últimos anos, testemunhamos avanços notáveis na aplicação da inteligência artificial (IA) no campo da saúde, e o tratamento do Parkinson não é exceção. Um recente artigo do Olhar Digital revelou que a IA está acelerando a busca por tratamentos para essa doença neurodegenerativa, oferecendo uma perspectiva promissora para pacientes em todo o mundo. A capacidade da IA de processar grandes volumes de dados e identificar padrões complexos tem sido fundamental para impulsionar essa mudança. Ao analisar dados de pacientes e estudos clínicos, os algoritmos de IA conseguem identificar conexões e insights que podem passar despercebidos pelos métodos tradicionais. Como resultado, a busca por tratamentos para o Parkinson tornou-se até 10 vezes mais rápida, abrindo novas possibilidades de intervenção e gerando esperança para milhões de pessoas afetadas por essa condição. Esses avanços não apenas aceleram a descoberta de novos tratamentos, mas também personalizam a abordagem terapêutica para cada paciente. Com a IA, os médicos podem oferecer opções de tratamento mais precisas e adaptadas às necessidades individuais, aumentando as chances de sucesso e melhorando a qualidade de vida dos pacientes. À medida que continuamos a desvendar as complexidades do Parkinson e outras doenças neurológicas, a IA emerge como uma ferramenta indispensável na busca por soluções eficazes. Estamos testemunhando uma verdadeira revolução na medicina, impulsionada pela combinação de tecnologia avançada e dedicação à saúde humana. No Fórum “Engenharia da Mente”, que em breve será realizado, especialistas discutirão esses avanços e desafios na interface entre tecnologia e neurociência. É uma oportunidade imperdível para a comunidade médica, pesquisadores e entusiastas da tecnologia se reunirem, compartilharem conhecimentos e traçarem o futuro do tratamento do Parkinson e outras condições neurológicas. Junte-se a nós

NEUROTECNOLOGIA PERMITIRÁ ALTERAR FUNCIONAMENTO MENTAL, DIZ CIENTISTA

Um recente artigo da Agência Brasil traz à tona os avanços promissores na área da neurotecnologia, destacando o potencial de alterar o funcionamento mental de maneiras revolucionárias. Com a contínua evolução da neurociência e da tecnologia, estamos testemunhando uma transformação sem precedentes na compreensão e no aproveitamento do poder do cérebro humano. Desde interfaces cérebro-computador até estimulação neural, as possibilidades são infinitas. Esses desenvolvimentos não apenas abrem portas para novas oportunidades de tratamento e reabilitação, mas também têm o potencial de impulsionar a inovação em uma ampla gama de setores, desde a saúde até a educação e o entretenimento. Como profissionais e líderes do futuro, é essencial que estejamos atentos a essas mudanças e preparados para aproveitar ao máximo as oportunidades que surgem. Vamos nos unir para explorar e impulsionar o impacto positivo da neurotecnologia em nossa sociedade! Fonte da Notícia: https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2024-03/neurotecnologia-permitira-alterar-funcionamento-mental-diz-cientista

DESVENDANDO O POTENCIAL DA NEUROTECNOLOGIA: COMO ESTÁ TRASNFORMANDO O NOSSO MUNDO

A neurotecnologia está revolucionando a forma como entendemos e influenciamos a atividade cerebral. Do desenvolvimento de headsets sofisticados para gerenciar o TDAH e chips implantados para aliviar a dor e restaurar movimentos, estamos testemunhando avanços incríveis que prometem mudar a vida das pessoas. Aplicações Militares: Desde o financiamento inicial da pesquisa em neurotecnologia pela DARPA, a tecnologia tem sido aplicada em áreas como segurança, diagnósticos de campo, saúde e até mesmo em pilotos de aeronaves avançadas. Produtividade do Consumidor: A neurotecnologia não se limita a aplicações militares. Estamos vendo o surgimento de dispositivos como adesivos Bluetooth para prever convulsões e jogos controlados pela mente para avaliar demência. Fronteira da Neurotecnologia: Com uma combinação de hardware e software avançados, aliadas à inteligência artificial, estamos desbravando novos horizontes na compreensão e influência da atividade cerebral. A neurotecnologia está se movendo rapidamente, impulsionada por investimentos públicos e privados. A neurotecnologia é um campo complexo e em constante evolução, com aplicações e tecnologias específicas que vão muito além do que foi abordado neste artigo. Estamos apenas arranhando a superfície do potencial transformador da neurotecnologia e mal podemos esperar para ver o que o futuro nos reserva.

ENTENDENDO O ESTRESSE PÓS-TRAUMÁTICO ATRAVÉS DE EXAMES CEREBRAIS

Após uma experiência traumática, a maioria das pessoas se recupera normalmente. Porém, de 2% a 10% delas acabam desenvolvendo transtorno de estresse pós-traumático TEPT, (Em inglês: Posttraumatic Stress Disorder PTSD) uma condição que pode causar ansiedade intensa devido a um desequilíbrio emocional. O TEPT pode aparecer em até 40% das vítimas logo após o trauma, mas se manifesta totalmente em apenas um pequeno grupo. É fundamental identificar essas pessoas cedo, tanto para tratamento imediato quanto para prevenção. Uma pesquisa recente, realizada por Israel Liberzon, MD, na Universidade Texas A&M, buscou fazer exatamente isso. No estudo, os cientistas realizaram exames cerebrais em 104 sobreviventes de traumas, na maioria das vezes acidentes de carro, em 3 momentos diferentes: 1, 6 e 14 meses após o acidente. O objetivo era identificar, através da atividade cerebral, quem tinha maior risco de desenvolver TEPT crônico. Os resultados mostraram que uma maior atividade na região direita do giro frontal inferior, uma área do cérebro ligada à regulação emocional, indicava uma melhor recuperação dos sintomas de TEPT. Dr. Liberzon destacou a importância desta região cerebral no controle do medo e no desenvolvimento do TEPT. Mais do que isso, os pesquisadores observaram que a atividade cerebral dos pacientes mudava ao longo do tempo, indicando um processo contínuo e talvez patológico. Em resumo, entender as áreas cerebrais associadas ao desenvolvimento do TEPT ajuda a compreender a evolução da doença e pode guiar tratamentos precoces mais eficazes. Assim, é possível que, no futuro, médicos possam identificar e tratar pacientes com maior risco de desenvolver TEPT crônico logo após o trauma. Texto de Referência: https://neurosciencenews.com/ptsd-neuroimaging-trauma-23963/

NEURALINK BUSCA PACIENTES COM PARALISIA PARA TESTAR INTERFACE CÉREBRO-COMPUTADOR

A startup de neurotecnologia de Elon Musk, a Neuralink, está avançando no desenvolvimento de implantes cerebrais. A empresa anunciou que está recrutando pacientes com paralisia para testar seu implante cerebral experimental, chamado “Estudo Prime.” Este estudo visa permitir que as pessoas controlem um computador com seus pensamentos. O implante da Neuralink, do tamanho de uma moeda, não é visível e registra atividade cerebral usando 1.024 eletrodos distribuídos em 64 fios. Um robô cirúrgico o implanta na parte do cérebro responsável pelo movimento, e os sinais cerebrais são transmitidos sem fio para um aplicativo que decodifica a intenção de movimento. A Neuralink procura participantes com quadriplegia devido a lesões na medula espinhal ou ELA, com pelo menos 22 anos de idade. O estudo incluirá nove visitas em casa e na clínica ao longo de 18 meses, e a empresa prevê que o estudo levará seis anos para ser concluído. Embora a empresa tenha mencionado a possibilidade de ajudar pessoas com paralisia a controlar dispositivos tecnológicos e restaurar a visão em apresentações anteriores, essa divulgação não incluiu informações detalhadas sobre a região exata do cérebro onde o implante será inserido ou o número total de participantes. A Neuralink faz parte de um pequeno grupo de empresas que competem para levar interfaces cérebro-computador ao mercado, mas esses dispositivos ainda não estão disponíveis comercialmente. Outras pesquisas permitiram que pessoas paralisadas controlem computadores e membros protéticos com seus pensamentos em configurações de laboratório. Referência: https://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2023/09/19/neuralink-empresa-de-chips-cerebrais-de-elon-musk-abre-inscricoes-para-testes-em-humanos.ghtml

NEURÔNIOS DANÇANTES: OS SEGREDOS DO MOVIMENTO

Os peixes-zebra, graças aos seus corpos transparentes, estão proporcionando aos neurocientistas uma visão única sobre o movimento controlado pelo cérebro. Pesquisadores do Centro Champalimaud focaram no cérebro do peixe-zebra para decifrar a coreografia neural do movimento. Através de uma abordagem inovadora, identificaram dois circuitos principais no cerebelo: um para rotação dos olhos e outro para estabilização do corpo. Pontos Principais: Esta pesquisa não apenas aprofunda nossa compreensão do controle cerebral do movimento, mas também apresenta um método que pode ser útil para outros pesquisadores no campo da Neurotecnologia. A razão pela qual este método é tão valioso para outros pesquisadores no campo da Neurotecnologia é que ele oferece uma abordagem simplificada e eficaz para analisar a atividade neural. Em um campo onde os dados podem ser vastos e complexos, ter ferramentas que destilam informações essenciais é crucial. Além disso, ao entender melhor como o cérebro controla o movimento, os pesquisadores podem desenvolver tecnologias mais avançadas e precisas, desde próteses neurais até interfaces cérebro-computador, que podem revolucionar tratamentos e soluções para distúrbios neurológicos. Referência: Neuroscience News Site: https://neurosciencenews.com/movement-neurons-23904/

FARMÁCIA DIGITAL: EXPLORANDO O POTENCIAL DOS APLICATIVOS

Você já foi um jogador ávido de Candy Crush?  É provável que sim, já que o jogo chegou a alcançar 500 milhões de usuários ativos em seu ápice, e ainda está em 2º lugar na App Store na categoria “Casual”, nove anos depois do seu lançamento. Podemos citar muitas razões pelas quais o aplicativo virou uma febre em 2013, mas uma merece destaque: concluir tarefas libera endorfina, o hormônio do bem-estar, em nosso cérebro. Então, um jogo no qual as fases podem ser completadas em três minutos tem um enorme potencial de transmitir sensações de bem-estar, conforto e alegria. Nutrição digital O potencial dos aplicativos de provocarem sensações em nosso cérebro é tão grande que, em 2018, Michael Phillips Moskowitz, CEO da Moodrise, e Hans Ringertz, PhD em Biofísica, propuseram a inclusão de “nutrição digital” na lista de pilares do desenvolvimento humano em seu artigo conjunto. Em outras palavras, os autores da pesquisa entendem a nutrição digital como uma necessidade humana tanto quanto uma boa dieta, rotina de exercícios, boas noites de sono, relacionamentos interpessoais e uma vocação (ou hobbies). E não é à toa: estamos falando do consumo de conteúdos que evoquem emoções como bem-estar, foco, motivação, calma e conexão. Todos essenciais para a nossa qualidade de vida. Somos apenas responsáveis por consumir conteúdos positivos, visando aliviar o estresse emocional ou maximizar o potencial humano. Investimento em bem-estar Existem plataformas e soluções digitais especialmente criadas para transmitir bem-estar – e não estamos falando dos aplicativos de jogos viciantes. Só no final de 2020, o aplicativo Calm, de meditação guiada, conquistou 100 milhões de usuários, um aumento de 185% em relação a 2018. E temos também o Zenklub, aplicativo de terapia online que une psicólogos a pacientes de forma segmentada e acessível, mediando 50 mil atendimentos por mês em 2020. Mas existe um ainda mais certeiro: O aplicativo Moodrise (fundado pelo mesmo Michael Phillips Moskowitz), que foi especialmente desenvolvido para ativar as sensações de prazer e relaxamento em nosso cérebro, totalmente sem o uso de medicamentos. E ele funciona de forma bem similar ao Candy Crush: existem desafios que unem elementos como imagens, sons e cores que ativam essas sensações. Falando em farmácias digitais Não podemos falar do potencial dos aplicativos em nosso cérebro – uma verdadeira farmácia digital – sem falarmos de perfumaria, também. E, para isso, temos o produto perfeito: O “Multiscent 20”, da Noar, start-up de digital scent tech, que nada mais é do que um aparelho controlado por aplicativo que te permite sentir cheiros de forma digital. O produto foi especialmente desenvolvido para solucionar as dores dos vendedores de cosméticos no formato de venda direta, como: a mistura dos cheiros dos produtos; falta de higiene nos catálogos; e falta de sustentabilidade na utilização de tantos papéis. De forma única, inovadora e sustentável, é possível transmitir cheiros sem liberar resíduos ou gotas de perfume no ambiente. Assim, permitindo que catálogos de produtos possam ser experimentados sem confundir o cérebro, mas também sem poluir o planeta, de forma ilimitada e integrada. E tudo controlado na palma da mão do usuário. Será que o próximo passo seriam celulares e televisores que são capazes de emitir cheiros? O mercado publicitário aguarda ansiosamente.

O FUTURO DA MEDICINA É IMPLANTÁVEL

A realização de exames de rotina talvez esteja com os seus dias contados.  Visando obter mais informações e insights sobre o corpo humano, uma das grandes apostas da biomedicina poderão ser biossensores implantáveis capazes de diagnosticar doenças no corpo humano sem exigir exames periódicos. Uma verdadeira vitória para quem tem medo de agulhas (muitas pessoas). A visão de Aaron Morris, professor assistente de Engenharia Biomédica da Universidade de Michigan, em seu TED traz mais detalhes sobre a sua visão sobre o assunto, chamado “Como o nosso corpo pode se tornar o seu próprio laboratório diagnóstico“. Em outras palavras, como podemos projetar um dispositivo responsável por analisar a nossa saúde de forma contínua? A resposta veio da Biomedicina. MUDANÇAS INVISÍVEIS DO CORPO Biossensores podem ser definidos como pequenos dispositivos que analisam reações biológicas para detectar um determinado alvo, podendo ser implantáveis ou não. E o seu mercado é valioso: avaliado em US$ 25,5 bilhões em 2021 e podendo alcançar US$ 36,7 bilhões em 2026. Um crescimento de mais de 43% em apenas cinco anos. Entre as suas diversas aplicações, eles nos permitem medir o nível de glicose continuamente em indivíduos com diabetes. Também possibilita a replicação do olfato humano em um dispositivo, identificando cheiros da mesma forma que fazemos naturalmente. E, enquanto um biossensor implantável, pode ser capaz de identificar mudanças sutis em nosso organismo. De acordo com Aaron em seu TED, são essas mudanças invisíveis que causam doenças. Existe uma diferença entre o que sabemos, o que está acontecendo com o paciente e o que somos capazes de extrair dos exames, o que propicia o desenvolvimento de diversas doenças. BIOSSENSORES IMPLANTÁVEIS A visão de Aaron é de dispositivos de biomaterial implantados logo abaixo da pele. Assim, capazes de abrigar as células responsáveis pelas reações naturais do nosso corpo, formando um tecido. Quando o disco tiver células imunes integradas, elas já podem ser utilizadas nos diagnósticos. Tudo isso porque os tecidos desenvolvidos contêm informações que não estão presentes no sangue, permitindo acesso à informação molecular e celular sobre tecidos adoecidos. Em outras palavras, tornando possíveis diagnósticos proativos. Permitindo também a identificação de tratamentos que funcionem em um paciente, esses dispositivos tem tudo a ver com a modulação dos nossos sistemas imunológicos. UM TOQUE DE INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL Após a coleta desse material, o passo seguinte deve ser a sua análise. De forma não invasiva, podemos pensar na implementação de inteligência artificial nos próximos anos para mediar essa análise, também compartilhando conosco essas descobertas de forma simples, como um aplicativo no celular. Com a rápida convergência entre tecnologias, esse cenário está mais perto do que imaginamos. Da mesma forma, essa convergência também poderia impulsionar o desenvolvimento de algoritmos de IA responsáveis pela análise dessas anormalidades médicas. Ao que tudo indica, o futuro da medicina é implantável.

IA E O SISTEMA IMUNOLÓGICO EM 2050: A MODULAÇÃO DA IMUNIDADE

Como você imagina o mundo em 2050? Ao que tudo indica, ele seria bem mais populado. Pelo menos é o que o Fórum Econômico Mundial aponta: devemos atingir a marca de nove bilhões de pessoas até 2050, com índices inéditos de envelhecimento da população. Para as próximas décadas, a população global acima dos 60 anos sofrerá um aumento de 13 p.p., pulando dos 7% atuais para estimados 20%. E temos também outro dado interessante: o número de idosos acima de 65 anos dobrará, alcançando 1,6 bilhão de pessoas. Só no Brasil, já contamos com 54 milhões de pessoas acima dos 50 anos, de acordo com o IBGE.  Só de pensar que em 1960 a expectativa de vida brasileira era de 48 anos, né? Como a medicina evoluiu nas últimas décadas Desde que conseguimos sequenciar o genoma humano vinte anos atrás, notamos grandes avanços nas possibilidades da medicina. Por exemplo, agora sabemos que a composição genética varia, em média, entre 1 a 2% para cada pessoa, e é justo nessa variação que estão as informações mais importantes. Agora, uma simples amostra de saliva consegue ser usada para descobrirmos predisposições para certas doenças – algo que seria muito mais difícil e custoso de ser feito décadas atrás. Finalmente estamos caminhando para o momento em que análises de saliva seriam capazes de apontar doenças já existentes, de forma rápida e acessível. Mais uma pitada de tecnologia Podemos concordar que atender às demandas de uma população mais velha será um desafio, e a tecnologia será um grande aliado. Afinal, não existe escalabilidade na forma como formamos profissionais de saúde, mas a população cresce de forma exponencial. As tecnologias precisarão ser escaláveis, e, consequentemente, acessíveis. E podemos contar com todo o apoio tecnológico nessa reinvenção da medicina. A perspectiva de termos cirurgias realizadas por robôs já é um grande avanço, mas com certeza a utilização de inteligências artificiais na medicina ainda não alcançou a todos. O que está por vir Se continuarmos buscando soluções para problemas de saúde, como implantes cerebrais para doenças neurodegenerativas, a neurotecnologia pode se provar revolucionária na medicina das próximas décadas. Para 2050, a expectativa é de que testes genéticos tenham muito maior penetração, permitindo tratamentos personalizados para cada pessoa. Imaginem só tratamentos desenvolvidos para cada sistema imunológico? Entre os ganhos possíveis, poderíamos ter taxas de sucesso muito maiores em transplantes, identificação de tumores muito mais rápida, e o gerenciamento de doenças autoimunes. Até mesmo a solução, se sonharmos alto.

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ROBÔS HUMANOIDE: A PRÓXIMA REVOLUÇÃO EM SERVIÇOS INTELIGENTES

Na recente Conferência Mundial de Robôs de 2023 (WRC), em Pequim, robôs humanoides mostraram habilidades surpreendentes, desde dançar até preparar café com maestria. Estes avanços são graças ao desenvolvimento de modelos fundamentais de IA, que estão aprimorando a tomada de decisões autônomas dessas máquinas. Um destaque foi o robô Cloud Ginger, equipado com mais de 30 articulações flexíveis e capaz de executar complexas coreografias chinesas. Outro, o robô panda Youyou da UBTECH, demonstrou habilidades semânticas, compreendendo e executando comandos como “Estou com sede”. Estima-se que, até 2030, o mercado global de robôs humanoides chegará a impressionantes 1,9 trilhão de yuan (aproximadamente 263,9 bilhões de dólares), com a China desempenhando um papel significativo nesse crescimento. Conforme a tecnologia avança, especialistas preveem um futuro onde robôs humanoides se integrarão ainda mais ao nosso cotidiano, desde escolas e hotéis até lares e fazendas. Referência: https://abcnews.go.com/International/video/super-lifelike-humanoid-robots-show-china-102366974 https://english.news.cn/20230823/1e0e784b8c9342e1a48006a46d980c10/c.html

O DIA EM QUE A INTELIGÊNCIA DOS ROBÔS SUPERARÁ A NOSSA

Existe um conceito físico que ganhou força nas últimas décadas: a singularidade. A ideia por trás dos buracos negros, na qual a densidade da matéria é tão grande que não conseguimos mais prever a sua natureza.  Podemos pensar, aqui, na gravidade. Somos constantemente atraídos para o centro do planeta, e, quanto mais próximos, maior a sua atração.  Quando crianças perguntam por que a água do planeta não escorre pelo universo, falamos sobre a gravidade e explicamos que a sua força nos atrai à Terra e impede a água de vazar por aí. Ela é uma força conhecida e previsível, e sabemos como ela se comporta. A SINGULARIDADE? NEM TANTO. NÃO SABEMOS O QUE ESTÁ POR VIR. O filme Interstellar é um belo exemplo para quem se interessar pelo conceito de singularidade física e buracos negros, mas traremos aqui uma aplicação desse mesmo conceito: a singularidade tecnológica. Da mesma forma como a atração gravitacional se multiplica rumo a um ponto abstrato, as inovações tecnológicas também. Eis a singularidade. O ser humano, com a sua capacidade intelectual, foi capaz de reproduzi-la em servidores. Criamos inteligências artificiais que cada vez mais se assemelham à nossa própria, e que cada vez mais se aproximam do nosso comportamento. MAS A EVOLUÇÃO TECNOLÓGICA NÃO PARARIA QUANDO OS ROBÔS PENSASSEM COMO NÓS Não estamos no caminho de criar robôs que pensam como nós: queremos robôs que extrapolem as nossas capacidades. Queremos mais, mais rápido e melhor. Para Ray Kurzweil, autor dos livros “A Era das Máquinas Espirituais” e “A Singularidade Está Próxima”, não deixa dúvidas de que a inteligência dos robôs superará a nossa. O cérebro humano possui uma capacidade de cerca de 1.026 cálculos por segundo (CPS), que não deve sofrer grandes alterações nas próximas décadas, ao contrário dos robôs. Por volta de 2040, Ray prevê inteligências não-biológicas que serão um bilhão de vezes mais rápidas do que a nossa limitação de 1.026 cálculos por segundo. E A TENDÊNCIA É QUE ESSA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL CRIE A SUA PRÓPRIA, COMO NÓS FIZEMOS Em algum momento da história, decidimos contar com as máquinas para realizar tarefas que não precisavam ser feitas por um ser humano. Algumas de caráter repetitivo, como nas indústrias, e outras de caráter analítico, como as ferramentas de análise de dados. Pelo menos na sociedade que construímos as tarefas são exponenciais, mas não damos conta de atendê-las perfeitamente sozinhos. Então, programamos robôs para nos ajudar de forma cotidiana, como os chatbots, que atendem os nossos clientes com demandas mais simples. Talvez as inteligências artificiais do futuro resolvam problemas mais complexos, com as suas capacidades mais complicadas. Mas ela também criaria o seu próprio projeto artificial. E isso vai gerar uma sucessão que tende ao infinito. Tão imprevisível quanto buracos negros. Não sabemos ao certo o que está por vir, mas, ao que tudo indica, a inteligência é uma força exponencial. E tudo começou com um projeto de inteligência artificial no século passado. Digno de um episódio de Black Mirror.

IA E O FUTURO: DEVENDANDO OS MITOS E EXPLORANDO AS POSSIBILIDADES!

A inteligência artificial (IA) refere-se à simulação de processos de inteligência humana por sistemas de máquinas, especialmente sistemas computacionais. Estes processos incluem aprendizado (a aquisição de informações e regras para o uso da informação), raciocínio (usando regras para chegar a conclusões aproximadas ou definitivas) e auto correção. Em termos simples, é a capacidade de uma máquina imitar comportamentos inteligentes. Ao longo dos anos, diversos autores e pesquisadores têm explorado o conceito e as implicações da IA. Por exemplo: ·         Stuart Russell e Peter Norvig em “Artificial Intelligence: A Modern Approach” apresentam uma visão abrangente da IA, abordando desde os fundamentos lógicos até as aplicações práticas. Eles argumentam que a IA é tanto uma ciência quanto uma engenharia e deve ser abordada com rigor científico. ·         Nick Bostrom em “Superintelligence” explora os riscos potenciais de uma IA superinteligente que poderia superar a inteligência humana, levantando questões éticas e filosóficas sobre o controle e os objetivos de tais entidades. ·         Max Tegmark em “Life 3.0” discute o futuro da vida sob o crescente domínio da IA e como a humanidade pode coexistir e até prosperar na era da inteligência artificial. Com essa base, é importante entender que, enquanto a IA é uma ferramenta poderosa e transformadora, também é cercada por muitos mitos e mal-entendidos. Vamos desvendar alguns dos principais mitos e verdades: Em resumo, a inteligência artificial é uma ferramenta poderosa com um vasto potencial para transformar muitos aspectos da nossa sociedade. No entanto, é crucial abordar a IA com uma compreensão clara do que ela pode e não pode fazer, evitando cair em mitos e exageros.

NEURÔNIOS DANÇANTES: OS SEGREDOS DO MOVIMENTO

Os peixes-zebra, graças aos seus corpos transparentes, estão proporcionando aos neurocientistas uma visão única sobre o movimento controlado pelo cérebro. Pesquisadores do Centro Champalimaud focaram no cérebro do peixe-zebra para decifrar a coreografia neural do movimento. Através de uma abordagem inovadora, identificaram dois circuitos principais no cerebelo: um para rotação dos olhos e outro para estabilização do corpo. Pontos Principais: Esta pesquisa não apenas aprofunda nossa compreensão do controle cerebral do movimento, mas também apresenta um método que pode ser útil para outros pesquisadores no campo da Neurotecnologia. A razão pela qual este método é tão valioso para outros pesquisadores no campo da Neurotecnologia é que ele oferece uma abordagem simplificada e eficaz para analisar a atividade neural. Em um campo onde os dados podem ser vastos e complexos, ter ferramentas que destilam informações essenciais é crucial. Além disso, ao entender melhor como o cérebro controla o movimento, os pesquisadores podem desenvolver tecnologias mais avançadas e precisas, desde próteses neurais até interfaces cérebro-computador, que podem revolucionar tratamentos e soluções para distúrbios neurológicos. Referência: Neuroscience News Site: https://neurosciencenews.com/movement-neurons-23904/