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PROTEGENDO A PRIVACIDADE CEREBRAL: UM MARCO NA LEGISLAÇÃO

Recentemente, uma notícia revolucionária ecoou pelo cenário da tecnologia e neurociência: a aprovação da primeira Lei de Privacidade de Ondas Cerebrais nos Estados Unidos. Esse marco histórico representa um avanço significativo na proteção dos dados gerados pelas nossas mentes e tem repercussões profundas no campo da neurotecnologia. A legislação foi concebida para salvaguardar a privacidade e a segurança das informações cerebrais, estabelecendo diretrizes claras para o uso ético e responsável da neurotecnologia. Com a crescente integração de dispositivos neurais e a coleta de dados cerebrais para diversas aplicações, desde saúde até entretenimento, tornou-se imperativo estabelecer regulamentações que garantam a proteção dos direitos individuais. Essa conquista reflete não apenas um avanço legal, mas também um reconhecimento da importância de preservar a privacidade em um mundo cada vez mais conectado digitalmente. Ao proteger nossas informações cerebrais, estamos defendendo não apenas nossos direitos individuais, mas também promovendo um ambiente de confiança e segurança no uso da neurotecnologia. No entanto, essa é apenas uma etapa inicial em um caminho que ainda reserva desafios e debates importantes. É fundamental continuar acompanhando de perto o desenvolvimento dessas regulamentações e participar ativamente das discussões sobre ética e responsabilidade no uso da neurotecnologia. Como defensores da inovação responsável e da promoção da conscientização sobre neurociência, estamos entusiasmados com os avanços alcançados pela primeira Lei de Privacidade de Ondas Cerebrais. Estamos comprometidos em continuar apoiando iniciativas que promovam a proteção dos direitos individuais e o uso ético da neurotecnologia. Junte-se a nós nessa jornada rumo a um futuro onde a inovação e a ética andem lado a lado, garantindo um mundo mais seguro e humano para todos. Fique por dentro das últimas notícias e análises sobre neurociência e tecnologia em nosso blog e participe do próximo Fórum “Engenharia da Mente”, onde especialistas discutirão os avanços e desafios na interface entre tecnologia e neurociência.

NEURALINK E A ERA DA INTERFACE CÉREBRO-MÁQUINA: UM NOVO HORIZONTE PARA A NEUROCIÊNCIA

A fusão entre tecnologia e neurociência atingiu um marco significativo recentemente com os avanços apresentados pela Neuralink. O artigo do Correio Braziliense trouxe à luz um feito notável: um paciente jogando xadrez usando apenas o poder da mente, graças a um implante cerebral de última geração. Este avanço não apenas representa um salto tecnológico, mas também um novo capítulo na nossa compreensão do cérebro e suas capacidades. O Que Isso Significa?A capacidade de interagir com o mundo exterior através do pensamento abre portas para inúmeras possibilidades. Para aqueles com deficiências físicas ou neurológicas, essa tecnologia pode significar uma vida mais independente e conectada. Além disso, os insights obtidos podem impulsionar pesquisas sobre condições cerebrais, proporcionando tratamentos mais eficazes e compreensão mais profunda. Desafios e ReflexõesNo entanto, como toda inovação, a interface cérebro-máquina traz consigo questões éticas e desafios. Como garantir a segurança e privacidade dos dados? Quais são os limites éticos de interferir no funcionamento do cérebro humano? Estas são perguntas cruciais que precisamos abordar à medida que avançamos nesta jornada emocionante. Engajamento e Aprendizado ContínuoPara aprofundar essas discussões e explorar os avanços e desafios na interface entre tecnologia e neurociência, convidamos todos a participar do nosso próximo evento, o Fórum “Engenharia da Mente”. Será uma oportunidade única de conectar-se com especialistas, pesquisadores e entusiastas da área. ConclusãoA era da interface cérebro-máquina está apenas começando, e estamos entusiasmados em fazer parte deste emocionante capítulo da história da neurociência. Continuaremos a acompanhar de perto os avanços nesta área e compartilhar insights valiosos com nossa comunidade. Mantenha-se atualizado visitando nosso site e siga-nos nas redes sociais para mais informações e atualizações sobre este e outros temas fascinantes que estão moldando o futuro da neurociência e tecnologia. Até lá, continuaremos explorando as maravilhas do cérebro e as infinitas possibilidades que a tecnologia nos oferece.

CONEXÕES CEREBRAIS E TDAH: ENTENDENDO AS NOVAS DESCOBERTAS

A complexidade do cérebro humano é algo que continua a surpreender e intrigar cientistas e especialistas em neurociência. Recentemente, um estudo destacado pela Veja trouxe à luz uma descoberta significativa sobre as conexões cerebrais em jovens com TDAH, trazendo novas perspectivas para a compreensão e tratamento dessa condição. Em vez de seguir os padrões de conectividade cerebral típicos, os jovens com TDAH apresentam conexões atípicas entre diferentes regiões do cérebro. Essas conexões diferentes podem ser uma das razões por trás dos sintomas comuns do TDAH, como dificuldade de concentração, hiperatividade e impulsividade. Conexões e Compreensão Entender essas alterações nas conexões cerebrais é crucial. Não apenas para identificar as causas subjacentes do TDAH, mas também para desenvolver abordagens de tratamento e intervenção mais eficazes. Cada descoberta nos aproxima de métodos mais personalizados e eficientes para ajudar aqueles que convivem com o TDAH a alcançar seu potencial máximo. Participe da 2° edição do Fórum “Engenharia da Mente”Se você está interessado em se aprofundar nesses temas e entender mais sobre as complexas conexões cerebrais e suas influências em condições como o TDAH, temos uma excelente oportunidade para você! Em breve, realizaremos o Fórum “Engenharia da Mente”, um evento onde especialistas renomados estarão discutindo essas e outras descobertas, explorando os avanços e desafios na interface entre tecnologia e neurociência. Mergulhe no Mundo da Neurociência ConoscoAcompanhe nosso blog e nossas redes sociais para mais atualizações, insights e novidades sobre o fascinante mundo da neurociência. Estamos comprometidos em trazer informações relevantes e oportunidades de aprendizado para todos que se interessam por essa área tão empolgante e vital!

PESQUISA REVELA QUE 56% DOS BRASILEIROS CONFIAM EM INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

Uma pesquisa recente revelou que uma parcela significativa da população brasileira confia na Inteligência Artificial (IA) como uma tecnologia capaz de trazer benefícios para diversos aspectos da vida cotidiana. De acordo com o estudo, aproximadamente 56% dos entrevistados demonstraram confiança na IA e estão abertos a sua adoção em diferentes áreas. A pesquisa, conduzida em diversas regiões do Brasil, abordou questões relacionadas à percepção pública da Inteligência Artificial, incluindo preocupações, expectativas e níveis de confiança. Os resultados indicaram que a maioria das pessoas enxerga a IA como uma ferramenta promissora, capaz de impulsionar a inovação, aumentar a eficiência e melhorar a qualidade de vida. Entre os principais pontos destacados pela pesquisa estão: Confiança na Tecnologia: Mais da metade dos entrevistados expressaram confiança na capacidade da Inteligência Artificial de contribuir positivamente para a sociedade, seja na área da saúde, educação, transporte ou segurança.Benefícios Reconhecidos: Muitos participantes da pesquisa reconheceram os benefícios potenciais da IA, como diagnósticos médicos mais precisos, sistemas de transporte mais eficientes e soluções de segurança mais avançadas.Preocupações e Desafios: Apesar da confiança geral na IA, alguns entrevistados também expressaram preocupações relacionadas à privacidade, segurança e possível substituição de empregos por automação.A pesquisa revelou insights importantes sobre a percepção pública da Inteligência Artificial no Brasil e destaca a necessidade de continuar a educar e informar a população sobre os benefícios e desafios associados a essa tecnologia em constante evolução. Para saber mais detalhes sobre os resultados da pesquisa e entender melhor como a Inteligência Artificial está sendo percebida no Brasil, leia o texto original: “56% confiam em Inteligência Artificial no Brasil, diz pesquisa”. Fonte: https://www.poder360.com.br/poder-tech/tecnologia/56-confiam-em-inteligencia-artificial-no-brasil-diz-pesquisa/

IA E LEITURA DA MENTE: A CONVERGÊNCIA ENTRE CÉREBRO E TECNOLOGIA

Em um mundo onde a tecnologia avança em um ritmo acelerado, estamos constantemente testemunhando avanços que antes eram considerados apenas ficção científica. Uma dessas fronteiras fascinantes é a interação entre inteligência artificial e a capacidade humana de pensar e sentir. Um artigo recente da Veja nos apresentou os surpreendentes progressos nessa área, trazendo à tona discussões sobre a leitura da mente por meio de IA. Imaginem por um momento a possibilidade de uma máquina entender nossos pensamentos ou emoções. Embora ainda estejamos em estágios iniciais, os avanços são notáveis. Graças aos algoritmos avançados e técnicas de aprendizado de máquina, pesquisadores têm conseguido decodificar padrões cerebrais e interpretar pensamentos com uma precisão cada vez maior. Mas o que isso significa para nós, seres humanos? Estamos entrando em uma era onde a IA poderá compreender nossos desejos, medos e sonhos de uma maneira mais profunda? Certamente, isso traz possibilidades tanto empolgantes quanto desafiadoras. Convidamos você para a 2 edição do Fórum  WNF”Engenharia da Mente”Se você está tão fascinado quanto nós por esses avanços e quer entender mais sobre o que está por vir, temos uma excelente notícia! Em breve, realizaremos o Fórum “Engenharia da Mente”, um evento imperdível onde especialistas de renome discutirão os avanços e desafios dessa fascinante intersecção entre tecnologia e neurociência. Será uma oportunidade única para se atualizar sobre as mais recentes inovações, entender suas implicações éticas e discutir o futuro da relação entre mente e máquina. Afinal, estamos navegando por águas ainda não totalmente mapeadas, e sua perspectiva é fundamental para enriquecer essa conversa transformadora. Mantenha-se ConectadoAcompanhe nosso blog e nossas redes sociais para mais atualizações sobre esses e outros temas que estão moldando o futuro da tecnologia e da neurociência. Estamos ansiosos para compartilhar mais insights, descobertas e oportunidades de aprendizado com você! Junte-se a nós nesta jornada emocionante de descobertas e inovações, onde a mente humana e a inteligência artificial se encontram para criar um futuro repleto de possibilidades! 🌐🧠🤖 Fonte: https://veja.abril.com.br/tecnologia/inteligencias-artificiais-chegam-mais-perto-de-ler-mentes#google_vignette

NEUROTECNOLOGIA AVANÇA; CIENTISTAS PEDEM PROTEÇÃO À PRIVACIDADE MENTAL

A neurotecnologia está revolucionando a forma como entendemos e influenciamos a atividade cerebral. Do desenvolvimento de headsets sofisticados para gerenciar o TDAH e chips implantados para aliviar a dor e restaurar movimentos, estamos testemunhando avanços incríveis que prometem mudar a vida das pessoas. Aplicações Militares: Desde o financiamento inicial da pesquisa em neurotecnologia pela DARPA, a tecnologia tem sido aplicada em áreas como segurança, diagnósticos de campo, saúde e até mesmo em pilotos de aeronaves avançadas.Produtividade do Consumidor: A neurotecnologia não se limita a aplicações militares. Estamos vendo o surgimento de dispositivos como adesivos Bluetooth para prever convulsões e jogos controlados pela mente para avaliar demência.Fronteira da Neurotecnologia: Com uma combinação de hardware e software avançados, aliadas à inteligência artificial, estamos desbravando novos horizontes na compreensão e influência da atividade cerebral. A neurotecnologia está se movendo rapidamente, impulsionada por investimentos públicos e privados.A neurotecnologia é um campo complexo e em constante evolução, com aplicações e tecnologias específicas que vão muito além do que foi abordado neste artigo. Estamos apenas arranhando a superfície do potencial transformador da neurotecnologia e mal podemos esperar para ver o que o futuro nos reserva.

AS DEZ PROMESSAS DA NEUROTECNOLOGIA ATÉ 2028

Falar sobre neurotecnologia significa falar sobre tecnologias que interagem com o cérebro com diversos intuitos. Elas são capazes de melhorar e reparar funções cerebrais e até mesmo permitir a compreensão da nossa consciência e do pensamento. A neurotecnologia se desenvolveu exponencialmente nas últimas décadas, mas não é um campo de pesquisa recente. O nosso cérebro ainda representa um dos maiores mistérios da humanidade, e essas descobertas nos levam em direção ao conhecimento da mente e de seus segredos. Sim: estamos cada vez mais perto. Com a interação com essas atividades cerebrais, somos capazes de: ampliar as nossas capacidades motoras; realizar tratamentos médicos com baixas taxas de rejeição pelo corpo; monitorar atividades cerebrais para identificar anomalias com agilidade; ou até mesmo impulsionar a nossa performance, entre muitos outros exemplos. NEUROTECNOLOGIA = QUALIDADE DE VIDA Novos dispositivos estão sendo testados e desenvolvidos a todo instante. Fizemos uma lista com as dez promessas da neurotecnologia até 2028. Aqui, temos acessórios tecnológicos, novidades e lançamentos que prometem ser as novas tecnologias do futuro – algumas até mesmo do presente. LISTA DAS 10 PROMESSAS DE TECNOLOGIAS DO FUTURO 1. Drones controlados pela mente O controle de robôs com a mente é uma das principais apostas para o futuro. Um time de pesquisadores da Universidade da Flórida já conseguiu desenvolver um drone controlado por ondas cerebrais, dependendo apenas de um dispositivo parecido com um capacete que mediasse a interação. Mas e uma corrida de drones? Parece muito distante? Pois, em 2016, a mesma universidade conduziu uma corrida a partir das ondas cerebrais de 16 pilotos, unindo dois grandes fenômenos: corridas de drones e interfaces entre cérebros e computadores. Desde então, as expectativas sobre o controle de drones com a mente crescem cada vez mais. 2. Próteses inteligentes A habilidade de ampliar as nossas capacidades físicas, para poder fazer mais, mais rápido e melhor, está se aproximando. A indústria das próteses, que é capaz de recuperar membros deficientes, é uma das grandes apostas para essa década. Não apenas recuperando, mas extrapolando as possibilidades humanas. Estamos caminhando para a popularização das próteses, e estamos diante de grandes oportunidades. Afinal, McLuhan, filósofo canadense que já entendia as tecnologias como “próteses técnicas”, poderia estar mais certo do que imaginava. 3. Telefones wearables “O novo iPhone vai ser uma interface cérebro-computador não invasiva” – Rafael Yuste, catedrático da Universidade Columbia O fenômeno dos wearables tende a crescer nos próximos anos, junto com a popularização da Internet das coisas (IoT) e da neurotecnologia. Estamos falando desde fones de ouvido inteligentes até mesmo implantes cibernéticos, o que já rendeu muito buzz na indústria com o evento da Neuralink. Lançamentos como óculos inteligentes apontam na mesma direção de dispositivos conectados à internet, mas ainda não estão amplamente disponíveis. Ao unir wearables à telefonia, surgem grandes expectativas para um novo patamar tecnológico. 4. Assistentes tecnológicos Para os leitores de revistas em quadrinhos e fãs do universo Marvel, a J.A.R.V.I.S (inteligência artificial criada por Tony Stark) ainda gera um grande fascínio. Uma das grandes apostas da neurotecnologia diz respeito não a um dispositivo, mas às inteligências artificiais que nos cercam. Até 2028, esperamos que os assistentes tecnológicos façam parte da nossa rotina cada vez mais. Entre os mais populares, temos a Siri (da Apple), o Google (do Android) e a Alexa (da Amazon), que agora não habitam apenas o nosso celular, como também as nossas casas. Temos também robôs inteligentes que ajudam com a limpeza da casa, e o extremo dessa adaptação, que são as casas inteligentes que interagem com os nossos comandos. Imagina pedir para o seu robô assistente pegar um copo de água para você? Talvez em dez anos. 5. Implantes de realidade virtual Parte das expectativas também diz respeito ao nosso entretenimento. Esperamos pelo uso recreativo das tecnologias (que ainda estão por vir). Por meio da realidade virtual, especialmente através de óculos ou headsets, é possível ver cenários incríveis, interagir com eles e imergir em um ambiente completamente novo. Mas e quando não precisarmos mais de óculos de realidade virtual? E quando a realidade puder ser alterada pelo próprio cérebro? Talvez dentro dessa mesma década possamos simular a realidade à nossa volta. Quem sabe a Neuralink já está por trás desse lançamento. 6. Supervisão Aos que esperam ansiosamente pelos óculos inteligentes (ou implantes de realidade virtual), a supervisão é promissora para a próxima década. De acordo com a OMS, 2,2 bilhões de pessoas não enxergam direito no mundo, com pelo menos algum déficit na visão. Mas a supervisão não beneficia apenas estes, mas, sim, a todos que buscam expandir seus horizontes. Agora, além de corrigir déficits, podemos ir além. Algumas das expectativas giram em torno de experiências de entretenimento mais imersivas , mas também existe a expectativa de interagirmos com o mundo ao nosso redor com um toque a mais de tecnologia. Já pensou em sensores térmicos, zoom integrado ou classificadores de humor diante de seus olhos? Ou ainda drones como realidade aumentada? A neurotecnologia, sim, já imaginou. 7. Robôs colegas-de-trabalho Se a quarta tendência envolvia robôs dentro de casa, imagina só o efeito deles no mercado de trabalho pela próxima década. Já falamos de uma transformação digital que cruza com inteligência artificial e aprendizado de máquina, mas o que nos aguarda em 2028? Contrastando com a estimativa de 2018 de que teríamos 10 robôs a cada 10 mil funcionários no Brasil, podemos estimar que temos, atualmente, 43 robôs para cada 10 mil funcionários no país. Com eles, podemos nos desprender de tarefas analíticas, dispendiosas e até mesmo repetitivas, com mais performance e taxas de sucesso. A expectativa é que as empresas sejam cada vez mais receptivas às inteligências artificiais em suas análises de dados, que podem ser sua maior vantagem competitiva na Era de Big Data. Sua empresa já está preparada? 8. Chatbots autônomos Cada vez mais, os consumidores buscam experiências personalizadas. E, cada vez menos, temos mão de obra humana disponível. Temos um conflito. Surgem, então, os chatbots, que conseguem atender os consumidores de forma automatizada. Mas alguns consumidores não querem apenas respostas, querem interações personalizadas, querem se sentir especiais e bem atendidos. O próximo passo,

BEM-VINDO AO MUNDO DA NEUROTECNOLOGIA

Você já imaginou poder controlar um objeto com a sua mente? Já pensou em poder melhorar a performance do seu cérebro para se sair melhor em diversas situações do dia a dia? Parece algo genial demais para ser verdade, não é mesmo? Mas isso é, de fato, uma realidade. Bem-vindo ao mundo da neurotecnologia. Hoje iniciamos uma jornada neste blog que te deixará por dentro de todas as novidades da neurotecnologia, que consiste, basicamente, num conjunto de instrumentos e métodos que permitem conexão direta entre determinados dispositivos e o sistema nervoso, aumentando a capacidade humana. Essas tecnologias são capazes de ler, descrever, imitar e modificar o cérebro de várias formas, sendo aplicadas, por exemplo, com um simples headband ou até mesmo com implantes no cérebro. TECNOLOGIA DO FUTURO? NÃO, DO PRESENTE! Por mais distópico que possa parecer, a neurotecnologia está mais avançada do que você possa imaginar, com ferramentas sendo desenvolvidas em diversas áreas, como medicina, esporte, educação, engenharia, entretenimento, negócios, entre tantas outras. E você poderá acompanhar cada passo desses avanços em nosso blog. Neste cenário de grande transformação e excelentes oportunidades que estão por vir, surge também o Fórum Internacional de Neurotecnologia, que acontecerá no segundo semestre deste ano e que logo teremos mais informações para você. “Nós queremos dar voz para o tema e um novo olhar para este momento que estamos vivendo, mostrando as soluções que melhoram a performance do cérebro, falando do quântico, do místico, do espiritual, dos sentimentos e trazendo o humano para o centro. E a neurotecnologia não é o futuro. É o presente, porque já está acontecendo”, diz Fabiana Nascimento, idealizadora do fórum. NEUROÉTICA Em nosso blog, não vamos mostrar apenas as grandes novidades da neurotecnologia no mundo. Vamos além, pois esse assunto pede conscientização ao máximo. Resumindo: não adianta nada possuir toda essa tecnologia ao nosso favor se não tiver ética para utilizá-la da forma correta. É o que Fabiana chama de Propósito Presente. “Precisamos mostrar que estamos fazendo isso para o lado bom, nunca para o ruim. Temos que possuir, antes de tudo, o propósito. O cenário não é de ganhar ou ganhar. É ganhar sabendo que todo mundo se dará bem. E as empresas vão se comprometer a trabalhar dentro dessa ética”, afirma Fabiana, que, inclusive, está liderando em projeto de ética para neurotecnologia. Nesse sentido, a neuroética é o compromisso das organizações em utilizar os neurodados da forma como foi acordada. Sem mais nem menos. Neuroética é segurança conosco e com o próximo, e deve pautar todas as inovações da área de neurotecnologia. Essa é a visão da Comissão Brasileira de Neuroética. MERCADO DA NEUROTECNOLOGIA Para se ter ideia do quão importante é este assunto, o mercado de neurotecnologia movimentou US$ 19 bilhões nos últimos 20 anos, de acordo com a Forbes, e segue em intensa expansão. Hoje, a maioria das empresas que investem em neurotecnologia está nos Estados Unidos. De acordo com um estudo do site Neurotech, das 200 principais companhias da área, 121 estão instaladas em solo norte-americano, enquanto 14 são do Canadá. Em terceiro vem Reino Unido, com 13 empresas. E aí, você está preparado para mergulhar de cabeça na neurotecnologia? Nós te esperamos no próximo post.

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PARCERIA COM INFLUENCIADORES DE M[IDIAS SOCIAIS PARA MELHORAR A SAÚDE MENTAL

Parceria com Influenciadores de Mídias Sociais para Melhorar a Saúde Mental Nos últimos oito meses, influenciadores de mídias sociais com milhões de seguidores têm se conectado com especialistas da Escola de Saúde Pública Harvard T.H. Chan com o objetivo de aprimorar o conteúdo online relacionado à saúde mental. Um artigo do New York Times de 16 de outubro descreveu o esforço em detalhes, destacando o trabalho de Amanda Yarnell, diretora sênior do Centro de Comunicação em Saúde, e seus colegas, que buscaram cultivar conexões com influenciadores online, pois é onde as pessoas procuram por conteúdo. “As pessoas estão em busca de informações, e o que elas estão assistindo são o TikTok, o Instagram e o YouTube”, disse Yarnell ao Times. “Quem são os gatekeepers de mídia nessas áreas? São esses criadores. Então estávamos analisando como nos ajustar a essa nova realidade.” Ela e sua equipe identificaram cerca de 100 influenciadores de mídias sociais que produzem trabalhos de qualidade com grande alcance. Segundo Yarnell, esses criadores “têm desempenhado um papel fundamental em convencer as pessoas a discutir diferentes preocupações com a saúde mental. Eles são parceiros de tradução perfeitos.” Foi feito um experimento para verificar se os influenciadores poderiam ser direcionados a compartilhar informações baseadas em evidências. Metade do grupo inicial de 100 influenciadores serviu como grupo de controle, e a outra metade fez parte do experimento. Dos que participaram do experimento, cerca da metade recebeu kits de ferramentas digitais sobre temas como a ligação entre mente e corpo e ansiedade climática. Deste grupo, 25 foram convidados para fóruns virtuais, receberam acesso a um canal de comunicação no Slack e foram convidados para participar de uma cúpula em agosto, na qual os professores compartilharam evidências científicas sobre tópicos relacionados à saúde mental. Yarnell e outros pesquisadores descobriram que os 42 influenciadores que receberam os kits de ferramentas digitais tinham 3% mais probabilidade de postar conteúdo baseado em evidências – o que significou que esse conteúdo foi visto 800.000 vezes, um alcance muito maior do que um estudo típico teria. Embora as interações com os professores de Harvard Chan não parecessem ter um efeito adicional, Yarnell disse que isso foi uma boa notícia porque os kits de ferramentas digitais são baratos e fáceis de escalar. Além disso, relacionamentos contínuos foram estabelecidos entre os pesquisadores da Escola Harvard Chan e os criadores de conteúdo, promovendo o avanço contínuo da conscientização sobre saúde mental. Site de referência:https://www.businessinsider.com/interest-neuralink-human-trial-patient-elon-musk-brain-implant-report-2023-11

CRESCE O INTERESSE EM TECNOLOGIA DE IMPLANTE CEREBRAL AVANÇADA DA NEURALINK

Um número crescente de voluntários se mostra ansioso para participar dos primeiros ensaios clínicos da Neuralink, empresa de neurotecnologia co-fundada pelo Elon Musk. A companhia anunciou planos ambiciosos para realizar implantes cerebrais em humanos no futuro próximo, revelou um relatório detalhado feito pelo reconhecido autor e biógrafo de Musk, Ashlee Vance.  Embora nenhum dispositivo tenha sido ainda implantado em humanos, a Neuralink traçou uma rota ousada para avançar com seus dispositivos revolucionários, que Musk comparou a um “Fitbit no seu crânio”. Com o sinal verde da FDA para iniciar testes em humanos, após superar preocupações iniciais de segurança, a empresa mira em realizar procedimentos em 11 pacientes já no ano seguinte e pretende expandir para mais de 22 mil indivíduos até o final da década.  A companhia já iniciou o processo de seleção de candidatos para seus primeiros testes humanos, com foco em indivíduos paralisados devido a lesões na medula espinhal ou doenças como a ELA. O objetivo da Neuralink é não apenas facilitar a vida desses pacientes, mas também avançar para aplicações onde seres humanos poderão controlar tecnologia com o pensamento, abrindo um novo capítulo na interação humano-máquina.  Vance descreve o procedimento de implante como uma intervenção cirúrgica de algumas horas para remover uma seção do crânio, seguida por uma fase onde um sofisticado robô posiciona um conjunto de eletrodos e fios finíssimos, 1/14 da espessura de um fio de cabelo, no cérebro do paciente. Este conjunto de fios é destinado a substituir a parte óssea removida, integrando-se à anatomia do paciente.  Até o momento, a Neuralink realizou mais de 150 procedimentos de implantação em animais, preparando o caminho para a transição para testes humanos. Elon Musk, conhecido por sua abordagem agressiva e inovadora em outras empreitadas como a Tesla e SpaceX, impulsiona a empresa a acelerar o desenvolvimento, citando a concorrência de outras startups e a urgência de avançar em paralelo ao rápido progresso da inteligência artificial.  Apesar de algumas vozes dentro da Neuralink pregarem cautela, a urgência de Musk parece ser um catalisador para a empresa, que procura se estabelecer como líder no emergente e competitivo campo da neurotecnologia.  A Neuralink ainda não comentou publicamente sobre os relatos de Vance, mas as informações sugerem um futuro em que a fusão entre cérebro e computador pode não apenas melhorar a qualidade de vida de muitos, mas também transformar fundamentalmente nossa interação com a tecnologia. 

ROBÔS HUMANOIDE: A PRÓXIMA REVOLUÇÃO EM SERVIÇOS INTELIGENTES

Na recente Conferência Mundial de Robôs de 2023 (WRC), em Pequim, robôs humanoides mostraram habilidades surpreendentes, desde dançar até preparar café com maestria. Estes avanços são graças ao desenvolvimento de modelos fundamentais de IA, que estão aprimorando a tomada de decisões autônomas dessas máquinas. Um destaque foi o robô Cloud Ginger, equipado com mais de 30 articulações flexíveis e capaz de executar complexas coreografias chinesas. Outro, o robô panda Youyou da UBTECH, demonstrou habilidades semânticas, compreendendo e executando comandos como “Estou com sede”. Estima-se que, até 2030, o mercado global de robôs humanoides chegará a impressionantes 1,9 trilhão de yuan (aproximadamente 263,9 bilhões de dólares), com a China desempenhando um papel significativo nesse crescimento. Conforme a tecnologia avança, especialistas preveem um futuro onde robôs humanoides se integrarão ainda mais ao nosso cotidiano, desde escolas e hotéis até lares e fazendas. Referência: https://abcnews.go.com/International/video/super-lifelike-humanoid-robots-show-china-102366974 https://english.news.cn/20230823/1e0e784b8c9342e1a48006a46d980c10/c.html

CHATBOTS E IA: A REPRODUÇÃO DA INTELIGÊNCIA HUMANA EM SERVIDORES

Estamos caminhando em direção a um futuro em que as máquinas se aproximam dos seres humanos cada vez mais. Pelo menos é o que diziam os filmes futurísticos, as previsões para este milênio e as apostas para a próxima década. Também é o que diz Ray Kurkweil, o escritor do livro “A singularidade está próxima”. Para Ray, em sua reflexão sobre a singularidade tecnológica, em 2029 a humanidade já terá os recursos de inteligência artificial necessários “para que máquinas atinjam a inteligência humana, inclusive a inteligência emocional”.  E sua visão já parece se concretizar: algumas empresas já estão apostando as suas fichas em projetos de inteligência artificial. E algumas delas estão se sobressaindo. MAS O QUE ISSO SIGNIFICA NA PRÁTICA? O desenvolvimento de robôs com inteligência artificial (IA) e aprendizagem de máquina (ML) não são recentes, tendo começado no século passado. Algumas delas já ocupam espaço no mercado de trabalho, enquanto outras fazem parte das estratégias das marcas de atendimento de clientes: os chatbots. Pelo menos parte das previsões já foi concretizada: os robôs estão se aproximando dos seres humanos. Em parte porque eles começaram a fazer parte do nosso cotidiano, em nossos celulares, trabalhos e casas; e em parte porque eles se assemelham à nossa própria inteligência, resultando até mesmo em discussões sobre sua criatividade. COMO RAY APONTA, O PRÓXIMO PASSO SERIA ROBÔS COM INTELIGÊNCIA EMOCIONAL Até o momento, chatbots já estão sendo amplamente integrados nas estratégias das empresas. Temos até alguns cases de sucesso, como a BIA do Bradesco e o canal da Uber pelo Facebook Messenger. O que ainda não foi popularizado são chatbots espontâneos, que se comportam de maneira neuromórfica. Alguns projetos já estão sendo desenvolvidos, como a Meena do Google, mas ainda não foram disponibilizados ao público. E estes são a maior aposta de chatbots para experiências mais personalizadas: robôs que interagem conosco de forma espontânea e que aprendem (e continuarão aprendendo) de forma exponencial. ESSE É O CONCEITO DE SINGULARIDADE TECNOLÓGICA Nós criamos inteligências artificiais que, ao alcançarem o nosso intelecto, serão capazes de criar as suas próprias inteligências, que criarão as suas próprias, e assim por diante. É a previsão de Ray quando ele fala sobre “máquinas das quais o intelecto será enormemente superior aos humanos em todas as áreas” e que dividirão e disputarão espaço conosco. Talvez esse seja o maior receio quando abordamos as inteligências artificiais. Projetos como a Meena são interessantes porque apontam para um futuro de conversas fluídas, com inteligências que não são mais humanas. De certo são reproduções das nossas próprias capacidades, mas são outra coisa. Um outro projeto. POSSIVELMENTE, NO FUTURO, NÃO SEREMOS MAIS CAPAZES DE DISTINGUIR COM QUEM FALAMOS Os chatbots são ferramentas poderosas para escalabilizar o atendimento ao público sem sobrecarregar uma equipe. Entretanto, talvez não atendam às demandas futuras se não oferecerem experiências fluídas. Marcas de luxo que oferecem experiências personalizadas não poderiam aderir a chatbots automáticos sem prejudicar a sua proposta de valor, por exemplo. E foi isso o que levou ao desenvolvimento de projetos mais autônomos, dando mais um passo em direção a inteligências artificiais que reproduzem a nossa – e que possam substituí-la em certas ocasiões. OS ROBÔS OFERECEM UM ELEMENTO-CHAVE PARA AS EMPRESAS: A ESCALABILIDADE A habilidade de processar mais dados por segundo e de transmitir informações diferem os seres humanos dos robôs, por enquanto. Até o momento em que possamos implantar dispositivos que nos permitem ampliar as nossas capacidades cerebrais, estamos limitados por nossas capacidades cerebrais. Mas não os robôs. Poder adicionar servidores a uma máquina e torná-la mais potente é um grande diferencial de performance. Digamos que uma pessoa consegue atender até cinco pessoas simultaneamente. O chatbot é escalável e consegue atender mais e mais pessoas sem perder a qualidade do atendimento. É uma perspectiva incrível para as empresas. Este é um exemplo do que Ray quis dizer quando falou sobre máquinas que dividirão e disputarão espaço conosco. De certo, as máquinas poderão alcançar o nosso intelecto em algum momento. Mas, por enquanto, ainda dependemos da inteligência emocional humana aqui e ali.