COMO PARECE UM FUTURO DE METAVERSOS

 COMO PARECE UM FUTURO DE METAVERSOS
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Para onde o desenvolvimento de toda essa superinteligência pode nos levar?

Para algumas startups, investidoras de risco e gigantes da tecnologia, a resposta gira em torno da criação e domínio de universos digitais.

Para Mark Zuckerberg, empresário e um dos fundadores do Facebook, esse é o futuro da rede social. Tanto, que a sua expectativa é de que, em cinco anos, a empresa seja percebida como uma empresa desses universos.

Tudo isso se resume apenas a uma pergunta: como podemos reinventar a realidade com a tecnologia?

A resposta, nesse caso, já é objeto de estudo dos laboratórios dos gigantes da tecnologia.

MAS COMO PARECEM ESSES UNIVERSOS DIGITAIS?

Digno de um episódio de Black Mirror, a ideia é de um espaço coletivo, desenvolvido a partir de realidades virtuais, realidades aumentadas e inteligência artificial, intrinsecamente conectada à Internet e que replica a realidade em um universo digital através de dispositivos.

Esse é o conceito de Metaversos.

Parece bastante com o que o Snapchat fez em 2017 com um mapa da localização de seus amigos através de avatares digitais – e que até mapeava os locais onde muitas publicações estavam sendo feitas. É um bom exemplo de como parece esse metaverso.

Outro exemplo foi o lançamento dos óculos Hololens pela Microsoft em 2016, que permitia aos usuários mesclar a realidade física com a digital (o que a empresa chamou de realidade misturada). Com eles, o usuário é capaz de projetar virtualmente uma tela da Netflix, acessar os gols do jogo do dia anterior ou visualizar a sua lista de compromissos bem diante de seus olhos – e sem usar as mãos.

Para os próximos anos, a nova ambição do Vale do Silício é a da criação desse metaverso, dependendo da evolução das realidades virtual e aumentada.

O que antes foi concebido como um cenário distópico que permitia a fuga de uma sociedade em decadência – como em Matrix, ou no segundo episódio da primeira temporada de Black Mirror – agora é um objetivo palpável e assunto das principais discussões de gigantes tecnológicos.

INTERNET 2.0

A ideia, então, é a de criação de um espaço parecido com a Internet – uma Internet 2.0 –, na qual os usuários, via avatares digitais, possam interagir em tempo real e reinventar a sua experiência uns com os outros e com o universo.

Com isso, podemos reinventar a forma como aprendemos, trabalhamos, socializamos e nos entretemos.

Esse cenário poderá alavancar os modelos híbridos de trabalho que já estão sendo discutidos, segundo a pesquisa O Futuro do Trabalho no Brasil da IDC Brasil, a pedido do Google Workspace. Também, pode ser o momento de proporcionarmos elementos lúcidos durante o aprendizado e também de conectar mais pessoas com interesses em comum.

A REVOLUÇÃO DA EXPERIÊNCIA

Nesse novo espaço, áreas sociais distintas, como negócios, cultura, marketing, socialização, aprendizado e entretenimento, se misturam para a criação de experiências únicas e dificilmente reproduzíveis no mundo físico.

Afinal, o metaverso une o melhor do mundo físico com o mundo digital, criando algo completamente novo.

A chegada do 5G também deve proporcionar um novo universo de experiências digitais, permitindo que o metaverso se torne uma possibilidade muito antes do previsto – com conexão de alta velocidade em dispositivos inovadores.

É hora de dar um salto e mergulhar no metaverso.

Pelo menos, quem não quiser ficar para trás.


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