E SE UM ROBÔ FOSSE O SEU CIRURGIÃO?

 E SE UM ROBÔ FOSSE O SEU CIRURGIÃO?
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Visualize um mundo em que a existência de robôs é cotidiana:

Contamos com a sua ajuda tanto dentro quanto fora de casa. Afinal, eles são os nossos assistentes virtuais, nossos colegas de trabalho e até mesmo os amigos com quem compartilhamos histórias.

Com eles, nossa existência flui bem. Temos ganhos em qualidade de vida, em organização, em resultados, e muito mais. Temos mais produtividade e mais possibilidades, graças à sua ajuda. 

Aqui estamos, na verdade, descrevendo a visão do livro “Eu, Robô” para 2035, mas parece que a realidade se adiantou alguns anos. Afinal, todos esses itens já são realidade.

E ainda tem muito por vir.

Expandindo os horizontes

Quando falamos da coexistência entre robôs e seres humanos, muitas das apostas são referentes ao mercado de trabalho. E não é à toa: podemos ter indústrias mais eficientes e seguras; análises mais certeiras; entregas mais rápidas; e até maior escalabilidade de atendimento.

Podemos, portanto, atender melhor os nossos clientes e entregar mais valor. Uma perspectiva interessante para as empresas.

A automação em dados

  • 103 robôs para cada 10 mil funcionários em 2025 (Huawei)
  • 56% de aumento na demanda por robôs em 2020 (Associação para o Avanço da Automação)
  • 69% de aumento nos pedidos por automação em empresas de ciências biológicas, farmacêuticas e biomédicas em 2020 (Associação para o Avanço da Automação)

O impacto da automação na indústria da saúde

Um dos principais benefícios da adoção de robôs no mercado de trabalho é a sua precisão, que é particularmente útil em análises de dados ou trabalhos industriais. Sendo assim, não podemos deixar de mencionar que a precisão também é decisiva na indústria da saúde, especialmente quando falamos de cirurgias.

E existe espaço para melhora: 138 milhões de pessoas são afetadas anualmente por erros médicos (OMS).

A nova era de cirurgias

Isso pode ser uma surpresa para alguns leitores, mas a presença de tecnologia em cirurgias já não é novidade. Inclusive, já podemos contar com nanorobôs, câmeras do tamanho de uma pílula, e até mesmo braços robóticos que auxiliam cirurgiões a serem mais precisos em alguns procedimentos.

O próximo passo seriam robôs capazes de operar sozinhos, e já temos até um em teste: um robô em cápsula criado no Boston Children’s Hospital que é capaz de operar de forma independente, pelo menos em parte do procedimento, corrigindo válvulas cardíacas.

A previsão é que o robô ainda não seja capaz de operar seres humanos nos próximos anos, apenas animais, mas já é um grande passo em direção à cirurgias com maior visibilidade e precisão.

E os robôs não estão desapontando

As cirurgias inteligentes estão conquistando resultados tão bons quanto médicos em algumas tarefas técnicas, como em localizar feridas, realizar suturas e remover tumores.

Podemos considerar, também, que o tempo de treinamento dessa tecnologia, assim que disponível, seria inferior ao tempo de treinar um médico-cirurgião. Ou seja, teríamos uma oferta maior de cirurgiões capacitados, o que também significa filas de espera menores.

Claro, nem todas as cirurgias seriam substituíveis por um robô, pelo seu grau de complexidade. Mas algumas, consideradas fáceis e repetitivas, podem ser bons candidatos para as novas tecnologias.


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